quinta-feira, 18 de setembro de 2014

QUANDO NOSSOS PARENTES DESENCARNAM

A vida Espiritual se resume em termos uma data para virmos para aqui, uma para ficarmos, e uma outra para retornarmos para onde viemos, ou seja, o mundo Espiritual.
Digo retornarmos pois a verdadeira vida é do lado de lá. Se reencarnamos, ou viemos de lá, foi em busca do aperfeiçoamento do nosso Espírito. E antes de virmos são colocados diversas situações que ficamos devendo em encarnações passadas. E geralmente somos nós que a escolhemos, e se não o fizermos eles escolherão, ou seja, os responsáveis pelas reencarnações.
Por isso que aqui vemos pessoas umas ricas, outras pobres, outras são e outras aleijadas e assim sucessivamente. Na vida tudo tem o seu por que?
Mas gostaríamos de escrever alguns detalhes sobre o título acima:


1) A chamada morte se dá apenas no corpo físico, e o Espírito se desprende e volta para a vida Espiritual em continuidade em busca do aperfeiçoamento do seu Espírito que é eterno. Se tiver que reencarnar, poderá ser aqui ou em mundo semelhante. Sabemos que para os que ficam, não exclui a existência de sentimentos e emoções. Tudo isso acontece porque os amamos, e queremos tê-los continuamente junto a nós, pois cada um deixa a saudades daquilo que plantou;


2) Quando pensarmos neles, procuremos mentaliza-los justamente nas horas de alegrias, e não choremos, pois se assim o fizermos eles chorarão do lado de lá, e não se desprenderão. Oremos para que eles se desgarrem das coisas materiais, e que saibam que um dia poderão se comunicar conosco. Mais lembremo-nos que o telefone toca do lado de lá para cá. Não evoquemos nunca, pois não sabemos qual o grau de perfeição que está. Veja se partiu de uma doença, logo leva no seu Períspirito esta doença que precisa ser tratada no hospital Espírita. E se evocado poderá nos transmitir este tipo de doença através de fluidos não salutares. Procuremos sim orarmos para eles estejam bem;


3) Para termos contato com eles, foi como comentei acima, mais posso dizer: Quando quisermos fazer contato com eles, tudo tem seu tempo e pode levar anos e mais anos, mas isso deve ser feito através de um Médium preparado para isso e num Centro Espírita, mas a coisa não deve ser forçada. As vezes nos vem através de notícias do além. Lembremo-nos que o telefone toca de lá para cá. Mas de qualquer forma temos que ser prudentes quando tentamos qualquer contato com o mundo Espiritual, mesmo que a nossa intenção seja das melhores. Ficarmos ligados a eles podem nos levar a uma bela obsessão;


4) Quanto ao desejo de ir a um Centro Espirita em busca de contato ou notícia, deve-se em primeiro lugar saber que nem sempre nos é possível. As vezes a coisa leva anos e anos como já escrevi para conseguirmos algo em torno deles. Nem os Médiuns e nem os Bons Espíritos são obrigados a nos dar respostas, pois a coisa depende da Providência Divina em autorizar, e nós e o Espírito termos mérito e estar preparado para isso;

5) Quanto as comunicações, recomendamos a fé raciocinada e não a cega, procurando verificar se aquilo condiz com o Espírito da pessoa quando conviveu conosco. Geralmente é permitido e as vezes não, dependendo da sua situação se está perturbado, e leva um tempo para compreender a sua situação atual. Mais quando assiste o seu velório ou sepultamento, enxerga tudo, principalmente a dor dos encarnados, e acaba compreendendo que está num novo patamar;
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6) O desencarne de um ente querido não vem a ser uma maldade de Deus em separar as pessoas que se amam. Veja que foi dito por mim no início, e posso dizer que Deus quando criou os nossos Espíritos, o fez onde cada um partindo de um ponto inicial, simples e ignorante, e precisamos das encarnações e reencarnações para subirmos na escala da perfeição. Reencarnaremos quantas vezes for possível, e um dia quando atingirmos ao ponto máximo da perfeição, podemos reencarnar em mundos chamados de superiores.


7) Para as pessoas que não acreditam nisso a nossa recomendação:
Nunca haverá profanação quando existe recolhimento e quando a evocação é feita com respeito e dignidade. Os Espíritos se afinam conosco com prazer, e ficam felizes quando com a nossa lembrança deles é feita através das preces, pois ela vem a ser o pão da alma.


Vejamos o comentário do nosso patrono Irmão Kardec:
A possibilidade de entrarmos em comunicação com os Espíritos é uma consolação bem doce, uma vez que nos proporciona o meio de conversarmos com nosso parentes e amigos que nos deixam antes de nós. Pela evocação, os aproximamos de nós e eles ficam ao nosso lado, nos ouvem e respondem; não há por assim dizer, mais separação entre eles e nós.


E eu digo que isso é verdade por que vivemos entre dois mundos. O material e o Espiritual.


MENSAGEM ESCRITA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

Meu blogger: getuliomomentoespirtita.blogspot.com

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O LIVRO DOS ESPÍRITOS-CAPÍTULO XI-DOS TRÊS REINOS-OS MINERAIS E AS PLANTAS.

As plantas não tem consciência de sua existência, tem apenas a vida orgânica. Elas recebem impressões físicas que agem sobre a matéria, mas não tem percepções e, portanto não tem a sensação de dor.
A força que atrai as plantas umas às outras é independente de sua vontade, uma vez que não pensam. É uma força mecânica da matéria agindo sobre a matéria; elas não poderiam se opor a isso.
Na natureza tudo é uma transição, pelo próprio fato de que nada é semelhante e que, entretanto, tudo se liga. As plantas não pensão, e, por conseguinte não tem vontade. A ostra que se abre não pensa, existindo nela apenas um instinto cego e natural.
As plantas têm como os animais, um instinto de conservação que as leva a procurar o que lhes pode ser útil, e a fugir do que as pode prejudicar. Tem porque tem uma espécie de instinto, isso dependendo da extensão que se da à palavra, mas vem a ser um instinto puramente mecânico.
Nos mundos superiores as plantas são como os outros seres de uma natureza mais perfeita, mas nestes mundos as plantas serão sempre plantas, e os animais sempre animais e os homens sempre homens.
A alma dos animais irracionais é inferior a do homem, havendo tanta distancia quanto há entre a alma do homem e de Deus. A alma dos animais irracionais conserva após a morte do seu corpo físico, a sua individualidade, mas a consciência de seu não.
As almas dos animais não tem a escolha de encarnar em um animal em vez de outro, porque não possuem o livre arbítrio.  Quando desencarnam permanecem numa espécie de erraticidade, uma vez que não esta mais unida ao corpo físico, mas não é um Espírito errante. A consciência de si mesmo é o que constitui o atributo principal do Espírito. O seu Espírito é classificado após a morte do seu corpo físico pelos Espíritos encarregados desta tarefa, e quase imediatamente utilizados, isto porque não existe tempo de se colocar em relação com outras criaturas.
Os animais irracionais seguem uma lei progressiva nos mundos superiores, onde os homens também são avançados e eles também o são, tendo meios de comunicação mais desenvolvidos; mais são sempre inferiores e submissos ao homem, o qual para eles são servidores inteligentes.
Os animais progridem como o homem pela força das coisas, sendo por isso que para eles não há expiação.
No mundo Superior os animais não conhecem Deus, aonde para eles o homem vem a ser uma espécie de Deus.
Os animais possuem apenas a inteligência da vida material, e para o homem a inteligência produz a manifestação da vida moral.
A alma dos animais irracionais e a do homem são distintas uma da outra, de modo que a alma de um não pode animar o corpo criado para outra. A inteligência do homem e a dos animais vem de um principio único, mas no homem ele recebeu uma elaboração que o eleva acima do animal.

Bibliografia: O livro dos Espíritos.
 Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O LIVRO DOS ESPÍRITOS-PARTE TERCEIRA-CAPÍTULO I-LEI NATURAL.

Vem a ser a de Deus que é imutável, e é capaz de fazer o ser humano se tornar feliz colocando-a em prática. Ela acaba indicando a este ser o que fazer, facilitando assim a sua tarefa em busca da perfeição.
Se existe a harmonia no universo, só pode ser a lei de Deus que estão sendo aplicadas.
As leis dos homens são criadas pelos seres de acordo com as suas necessidades, porém podem ser mudadas a qualquer hora.
Para termos uma ideia da abrangência das leis de Deus, é só pensar na natureza que age dentro das leis do Criador.
Segundo Kardec, o ser humano para se aprofundar nestas leis, torna-se necessário várias encarnações, que são alguns anos para se adquirir tudo o que constitui o ser perfeito, embora não devemos considerar a distancia que nos separa ou seja, o ser civilizado do selvagem. A existência mais longa é insuficiente e com mais forte razão quando ela é abreviada, como acontece com um grande número.
Dentro das leis Divinas, existem as que regulam o movimento e as relações da matéria bruta, que são as leis físicas, cujo seu estudo pertence à Ciência. 
As outras são aquelas que facilitam a relação do ser humano com Deus, e com os seus semelhantes. Compreendem as regras da vida do corpo humano e os da alma, que são as leis morais.
As leis Divinas para todos os mundos são apropriadas para cada um deles, e conforme o grau de evolução dos seres que o habitam.
A origem da lei natural, todos poderão conhecê-la, mais nem todos a compreenderão. Os que mais a estudam são aqueles que melhor a interpretarão, mais um dia todos poderão compreendê-la, porque a natureza força o progresso.
A alma compreende as leis de Deus de acordo com o grau de perfeição de cada ser, e ela esta escrita na consciência de cada um.
Quem a esquece, Deus lembra-os através de seus missionários que são os Espíritos Superiores, que tem a incumbência de fazer progredir a humanidade.
O verdadeiro cristão vem a ser aquele do lado do bem, que se reconhece pelas suas palavras e atos colocados em prática, porque nada adianta ir à igreja e fazer tudo errado.
É muito difícil Deus colocar a palavra na boca de um mentiroso para ensinar a verdade, embora existam aqueles que tentam, e que Jesus os chamou de falsos profetas.
Para nós os Espíritas Jesus vem a ser o modelo da perfeição moral, onde Deus lhe concedeu como símbolo da expressão mais pura Dele.
Na nossa vida atual é necessário que todos nós a compreendamos e as interpretemo-las, da onde os Espíritos do Senhor vieram através do nosso Espiritismo que vem a ser a terceira revelação, trazer o ensino claro e sem equívocos.

Bibliografia: O livro dos Espíritos.
 Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.


domingo, 14 de setembro de 2014

A INFELICIDADE REAL

Tem gente que acredita saber interpretar o significado desta palavra aqui no nosso planeta.
 A infelicidade não esta somente naquilo que as pessoas enxergam na nossa Terra, como sendo a miséria que ameaça seu coração, que se parte com esta situação.
Tudo isto é visto no ponto de vista humano, mas às vezes aquilo que enxergamos ser uma desgraça, no fundo vem causar um bem maior. Analisando tudo isto, quer dizer que às vezes a causa não esta na coisa e sim no resultado que ela pode trazer. Por exemplo: uma tempestade que acaba quebrando a nossa árvore e que parece uma infelicidade, mas que no fundo acaba trazendo um benefício porque veio a sanear o ar, dissipando a exalação insalubre que poderia causar um mal maior, acaba nos trazendo a felicidade.
Com isso perguntamos, se isto não vem a ser uma felicidade ou uma infelicidade?
Pois é, com isso aprendemos que antes de julgarmos qualquer coisa, primeiro temos que analisar as suas consequências, verificando se realmente nos trouxe uma felicidade ou não.
Devemos em qualquer julgamento, pensar mais além desta vida material, porque é no mundo Espiritual que poderemos sentir as verdadeiras consequências daquilo que fizemos ou deixamos da fazer.
E é uma verdade, temos que saber viver da melhor maneira possível aqui, procurando sempre plantarmos as boas sementes, para que no futuro na vida Espiritual possamos obter bons frutos.
Isto quer dizer que devemos procurar praticar os ensinamentos de Deus deixados pelo nosso Mestre Jesus.
O irmão Delphine de Girardin, em Paris no ano de 1.861, que ditou esta mensagem, espera que o Espiritismo e seus adeptos possam clarear e recolocar nas nossas luzes a verdade e o erro, tão desfigurado pela nossa cegueira!
Sendo assim o nosso dever como Espírita é agirmos como verdadeiro soldado, que fica longe de fugir do perigo, não se importando em perder as suas armas, as suas bagagens e seus uniformes, contando que saiamos vencedores glorificados!
Com isso podemos contar com a fé no futuro, mesmo deixando sobre o campo de batalha da vida, a nossa fortuna e o nosso corpo carnal, contando que a nossa alma entre radiosa no reino dos Céus.
Kardec comenta, que a pessoa bem compenetrada do seu destino futuro, na vê na existência terrena mais do que uma rápida passagem diante da eternidade. Ela se consola facilmente com alguns aborrecimentos passageiros, numa viagem que o levará a uma situação melhor, mais é preciso que tenha feito os preparativos para usufruí-la.
Tudo isto porque somos punidos nesta Terra pelas infrações que cometemos nas leis da existência corpórea, em outras e nesta encarnação. Ao retornamos ao desencarnarmos a vida Espiritual, onde aqui algumas pessoas enxergam como uma maldade, estando do lado de lá não sabem que o nosso Espírito pode ir habitar um mundo melhor.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com


sábado, 13 de setembro de 2014

O LIVRO DOS ESPÍRITOS-PARTE TERCEIRA-CAPÍTULO I-LEI NATURAL.

Vem a ser a de Deus que é imutável, e é capaz de fazer o ser humano se tornar feliz colocando-a em prática. Ela acaba indicando a este ser o que fazer, facilitando assim a sua tarefa em busca da perfeição.
Se existe a harmonia no universo, só pode ser a lei de Deus que estão sendo aplicadas.
As leis dos homens são criadas pelos seres de acordo com as suas necessidades, porém podem ser mudadas a qualquer hora.
Para termos uma ideia da abrangência das leis de Deus, é só pensar na natureza que age dentro das leis do Criador.
Segundo Kardec, o ser humano para se aprofundar nestas leis, torna-se necessário várias encarnações, que são alguns anos para se adquirir tudo o que constitui o ser perfeito, embora não devemos considerar a distancia que nos separa ou seja, o ser civilizado do selvagem. A existência mais longa é insuficiente e com mais forte razão quando ela é abreviada, como acontece com um grande número.
Dentro das leis Divinas, existem as que regulam o movimento e as relações da matéria bruta, que são as leis físicas, cujo seu estudo pertence à Ciência. 
As outras são aquelas que facilitam a relação do ser humano com Deus, e com os seus semelhantes. Compreendem as regras da vida do corpo humano e os da alma, que são as leis morais.
As leis Divinas para todos os mundos são apropriadas para cada um deles, e conforme o grau de evolução dos seres que o habitam.
A origem da lei natural, todos poderão conhecê-la, mais nem todos a compreenderão. Os que mais a estudam são aqueles que melhor a interpretarão, mais um dia todos poderão compreendê-la, porque a natureza força o progresso.
A alma compreende as leis de Deus de acordo com o grau de perfeição de cada ser, e ela esta escrita na consciência de cada um.
Quem a esquece, Deus lembra-os através de seus missionários que são os Espíritos Superiores, que tem a incumbência de fazer progredir a humanidade.
O verdadeiro cristão vem a ser aquele do lado do bem, que se reconhece pelas suas palavras e atos colocados em prática, porque nada adianta ir à igreja e fazer tudo errado.
É muito difícil Deus colocar a palavra na boca de um mentiroso para ensinar a verdade, embora existam aqueles que tentam, e que Jesus os chamou de falsos profetas.
Para nós os Espíritas Jesus vem a ser o modelo da perfeição moral, onde Deus lhe concedeu como símbolo da expressão mais pura Dele.
Na nossa vida atual é necessário que todos nós a compreendamos e as interpretemo-las, da onde os Espíritos do Senhor vieram através do nosso Espiritismo que vem a ser a terceira revelação, trazer o ensino claro e sem equívocos.

Bibliografia: O livro dos Espíritos.
 Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
CAPÍTULO III.
 CONSIDERAÇÕES E CONCORDÂNCIAS BÍBLICAS CONCERNENTES À CRIAÇÃO.

A constituição física dos diferentes globos não vem a ser a mesma, eles não se assemelham, existindo diferenças.
Os seres que neles habitam têm a sua organização diferente uns dos outros.
Os mundos mais distantes do sol e que são privados da luz e calor dele, não vem a se constituir um problema, porque lá a eletricidade acaba suprindo essa lacuna, e desempenhando um papel bem mais importante do aqui.
A existência dos seres nesses mundos é apropriada ao meio em que eles têm de viver, onde podem conter as fontes de luz e calor necessários aos seus habitantes.
Quanto às considerações e concordâncias Bíblicas referentes à criação, podemos dizer que os povos fizeram ideia bastante divergente sobre a Criação, isto segundo o grau de conhecimento de cada um. Por exemplo: a de Adão na questão de ter sido o primeiro homem a habitar a nossa Terra, existe várias hipóteses, como a de que Deus precisava de um corpo e se utilizou a do macaco. Eu acho esta a mais viável, mais tem gente que pergunta como ficou o macaco e o homem? Ora o macaco continuou a ser macaco, e o homem o homem, onde na idade pré-histórica se via ele todo barbudo e curvado como se fosse um macaco. Já no caso de Adão se admitirmos esta hipótese, perguntamos se naquela época éramos simples germes, e se já fomos vegetal, mineral e animal como fica?
Quanto ao movimento da Terra parecia em determinada época tão contrária aos textos sagrados.
Por outro lado, a Bíblia diz que a Terra foi criada em seis dias, e fixa a época da Criação em quatro mil anos antes da era Cristã. Perguntamos baseado nisso, antes disso a Terra não existia? Aonde ela foi tirada do nada?  O texto é formal, aonde a ciência implacável vem provar o contrário, que a formação do globo representa outros tantos períodos, cada um deles talvez de muitas centenas de milhares de anos. Com isso prova que os homens que escreveram a Bíblia se enganaram na sua interpretação.
A ciência também explica em que os diferentes seres vivos apareceram na superfície da nossa Terra, e essa concorda com a indicada na Gênesis, com a diferença que essa obra em vez de ter saído das mãos de Deus em apenas algumas horas, realizou-se sempre por Sua vontade, mas segundo a lei das forças naturais em alguns milhões de anos.
No ponto de vista de Moisés, a ciência coloca o homem como o último habitante na criação dos seres. Por outro lado Moisés coloca o dilúvio universal no ano de 1.654 na formação do mundo, enquanto a Geologia mostra o grande cataclismo como anterior à aparição do homem, tendo em vista que até agora não se encontrou nas camadas primitivas nenhum traço da sua presença, ou seja, de animais, que sob o ponto de vista físico são da mesma categoria. Mas isso nada prova que isso seja impossível, onde várias descobertas já lançaram dúvidas a respeito da anterioridade da raça humana.
O problema maior é em saber se o cataclismo é o mesmo de Noé. A duração necessária a formação das camadas fósseis não da lugar a confusões, e no momento em que se encontrarem os traços da existência do homem anteriores a grande catástrofe, ficará provado que Adão não foi o primeiro homem.
Quanto à existência do homem antes do dilúvio geológico ainda é hipotética. Vamos admitir que o homem tivesse aparecido pela primeira vez na Terra há quatro mil anos antes de Cristo, se 1.650 anos mais tarde toda a raça humana foi destruída, com exceção de apenas uma família. Com isso, temos que concluir que o povoamento da Terra data de Noé, ou seja, de 2.350 nos antes da nossa era. Outra coisa, quando os hebreus emigraram para o Egito no décimo oitavo século, encontraram esse país bastante povoado e já bem avançado em civilização.
Quanto à divergência das raças humanas, o clima e os hábitos produziram sem dúvida modificações das características físicas, mas sabe-se até onde pode chegar à influência dessas causas, e o exame fisiológico prova a existência entre algumas raças, de diferenças constitucionais mais profundas que as produzidas pelo clima. Já no cruzamento das raças dizem que produziu os tipos intermediários. Analisando-se isto, indagamos? Para que tivesse o cruzamento das raças, era necessária que houvesse raças distintas, e como explicarmos a sua existência e, sobretudo tão próxima?
Outra pergunta, é como vamos admitir que em alguns séculos certos descendentes de Noé tivessem se transformado a ponto de produzirem nova raça?
Com tudo isso se explica pelo contrário: vamos admitir que a existência do homem se desse antes da época que lhe é vulgarmente assinalada; a diversidade das origens; Adão que viveu há seis mil anos, como tendo povoado uma região ainda inabitada; o dilúvio de Noé como uma catástrofe parcial, acabou se transformando em um cataclismo geológico.
Com tudo isso recomendamos colocarmos em prática a fé raciocinada, pois existe muitas coisas e hipóteses sobre certas questões serias que nos deixam dúvidas.



Bibliografia: O Livro dos Espíritos.
Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.











quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O LIVRO DOS ESPÍRITOS-CAPÍTULO II-DA ENCARNAÇÃO DOS ESPÍRITOS-
Encarne e Desencarne

Um Espírito que anima o corpo de uma criança pode ser tão desenvolvido quanto de um adulto, podendo até ser evoluído.
Apenas a imperfeição dos órgãos infantis, vem a ser o que impede ele de se manifestar como Espírito maduro. Os órgãos durante o período infantil não estão ainda desenvolvidos, principalmente os da inteligência que não podem lhe dar a intuição própria de um adulto. Ela é limitada enquanto criança. A perturbação que o ato da encarnação produz ao Espírito, não cessa de súbito no nascimento, onde se dissipa apenas com o desenvolvimento dos órgãos. Os sonhos das crianças não são iguais os do adulto, são quase ingênuos.
Ela quando parte daqui, seu Espírito adquire a anterior lucidez, senão quando se tenha completamente separado daquele corpo físico e quando não mais exista entre ele nenhum laço.
Durante a infância até os sete anos, ele goza de um período de repouso, não havendo constrangimento quanto aos seus órgãos serem infantis.
O porquê o Espírito deve passar pelo estado da infância é para aperfeiçoar-se, sendo mais acessível às impressões que recebe, sendo capaz de lhe auxiliarem no adiantamento, para que devem contribuir os incumbidos de educá-lo.
Ao nascer chora para mexer com a genitora e provocar cuidados de que há necessidade, não sendo evidente que suas manifestações fossem todas de alegria, quando ainda não sabe falar.
Ao sair da adolescência retoma a natureza que lhe é própria, e se mostra qual era o seu passado, pois não conhecemos o que a inocência oculta. Não sabemos o que foi e o que será, mais o amor que a mãe consagra a ele, nasce o afeto, a terna benevolência que a mesma sente por uma criança.
As crianças são seres que Deus envia para novas existências, dando a elas todo aspecto da inocência, ainda quando se trata de uma de maus pendores, cobrindo as más ações com a capa da inocência. Mas mesmo com isso, não lhes da superioridade ao que eram antes. Os Espíritos na sua infância recebem os carinhos dos seus pais que o educaram, e após os vinte anos, acaba surgindo o seu caráter real e individual. Eles revelam a sua personalidade, às vezes sendo diferente os e seus pais, pois cada um vem num grau de evolução e tem suas características.
Quando partimos desse mundo, estaremos num estado de infância entre novos companheiros.
A infância em si tem ainda outra utilidade, pois entramos na vida corporal para aperfeiçoarmos o nosso Espírito. A delicadeza da idade infantil nos torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência dos que devem fazer-nos progredir. É nesta fase que podemos reformar e reprimir os nossos pendores, onde tal dever Deus deu aos pais esta missão sagrada que terão que dar contas.
Assim a infância não é somente útil como necessário, mas também consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.
Quanto ao desencarne de uma criança em tenra idade que parece prematura, era um período que faltava para ela completar que ficou devendo em encarnações passadas.
Pode ser também uma provação para seus pais e família, que ficaram devendo também em encarnações passadas e talvez na presente.  È por isso que algumas entidades se apresentam em nossas reuniões, e quase não se lembram das coisas, principalmente das primeiras encarnações.  As dos sofrimentos servem para compreender o valor da felicidade que podem gozar.

Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com
Curitiba.PR.Brasil.