terça-feira, 22 de agosto de 2017


A evolução espiritual é um fenômeno bastante complexo, que se dá em sucessivas fases.
No começo, predomina a natureza corpórea.
Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades comezinhas.
Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupações.
Nesse período, o egoísmo é marcante.
Os instintos de conservação da vida e da preservação da espécie têm absoluta preponderância.
Com o tempo, o ser começa a desvincular-se de sua origem.
A inteligência se desenvolve, o raciocínio se sofistica e o senso moral desabrocha.
As invenções tornam possível gastar tempo com questões não diretamente ligadas à sobrevivência.
Viver deixa de ser tão difícil, sob o prisma material.
Em compensação, começam os dilemas morais.
Com a razão desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.
O que antes era admissível passa a ser um escândalo.
A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realizações intelectuais e afetivas.
Essa nova sensibilidade também evidencia que o próximo é seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.
Gradualmente se evidencia a igualdade básica entre todos os seres humanos.
Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, não se distinguem no essencial.
Uma chama divina os anima e a todos conduzirá aos maiores cimos da evolução.
Contudo, o abandono dos hábitos toscos das primeiras vivências não é fácil.
Séculos são gastos na árdua tarefa de domar vícios e paixões.
As encarnações se sucedem enquanto o Espírito luta para ascender.
O maior entrave para a libertação das experiências dolorosas é o egoísmo, que possui forte vínculo com o apego às coisas corpóreas.
Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o ser humano demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.
O Espírito necessita libertar-se do apego a coisas transitórias.
Apenas assim ele adquire condições de viver as experiências sublimes a que está destinado.
Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da matéria.
O melhor meio para isso é praticar a abnegação.
Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.
A ação abnegada importa na superação das tendências egoístas do agente.
Age-se em benefício de uma causa, pessoa ou princípio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.
Certamente não é uma virtude que se adquire a brincar.
Apenas com disciplina e determinação é que ela se incorpora ao caráter.
Mas como ninguém fará o trabalho alheio, é preciso principiar em algum momento.
Comece, pois, a praticar a abnegação.
Esforce-se em realizar uma série de atitudes com foco no próximo.
Esqueça a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.
Esse esforço inicial não tardará a dar frutos.
O gosto pelo transitório lentamente o abandonará.
Ele será substituído pelos prazeres espirituais.
Você descobrirá a ventura de ser bondoso, de amparar os caídos e de ensinar os ignorantes.
Esses gostos suaves e transcendentes o conduzirão a esferas de sublimes realizações.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 17.6.2013.

MENSAGEM COMPARTILHADA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO.

sábado, 19 de agosto de 2017

DUELO

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPITULO VI.
DUELO.
O duelo não pode ser considerado como um caso de legítima defesa. É um assassínio e um costume absurdo, digno dos bárbaros.
Numa civilização mais avançada e mais moral, o ser humano compreenderá que o duelo é tão ridículo quanto  os combates de antigamente encarados como o juízo de Deus.
É considerado um suicídio e assassínio o duelo por parte daquele que conhecendo sua própria fraqueza está quase certo de sucumbir.
As probabilidades são iguais, sendo um assassínio e suicídio.
Comentário de Kardec: Em todos os casos, mesmo naqueles em que as possibilidades são iguais, o duelista é culpável porque atenta friamente e com propósito deliberado contra a vida de seu semelhante; em segundo lugar, porque expõe a sua própria vida inutilmente e sem proveito para ninguém.
O valor do que se chama o ponto de honra em matéria de duelo, tratam-se do orgulho e da vaidade, duas chagas da Humanidade.
 Dependendo dos costumes e dos usos há casos em que a honra está verdadeiramente empenhada e a recusa seria uma covardia.
 Cada país e cada século têm a respeito uma maneira diferente de ver. Quando os seres humanos forem melhores e moralmente mais adiantados, compreenderão que o verdadeiro ponto de honra está acima das paixões terrenas e que não é matando ou se fazendo matar que se repara uma falta.
Comentário de Kardec: Há mais grandeza e verdadeira honra em se reconhecer culpado, quando se erra, ou em perdoar, quando se tem razão; e em todos os casos, em não se dar  importância aos insultos que não podem atingir-nos.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.


GUERRAS

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.  CAPÍTULO VI.
GUERRAS.

A causa que leva o ser humano à guerra é a predominância da natureza animal sobre a espiritual, e a satisfação  das paixões. No estado de barbárie, os povos só conhecem o direito do mais forte, e é por isso que a guerra para eles é um estado normal. À medida que o ser humano progride, ela se torna menos frequente, porque ele evita as suas causas e, quando ela se faz necessária, ele sabe adicionar-lhe humanidade.
A guerra desaparecerá um dia da face da Terra, quando os seres humanos compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Então todos os povos serão irmãos.
O objetivo da Providência ao tornar a guerra necessária vem a ser a
liberdade e o progresso.
A guerra deve ter como efeito conduzir à liberdade, a explicação é de que ela tenha geralmente por fim e por resultado a escravização momentânea para sovar os povos, a fim de fazê-los  andar mais depressa.
Aquele que suscita a guerra em seu proveito é o verdadeiro culpado, e necessitará de muitas existências para expiar todos os assassínios de que foi causa, porque responderá por cada ser humano cuja morte tenha causado para satisfazer a sua ambição.


BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E DESTRUIÇÃO ABUSIVA.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS. CAPÍTULO VI-
LEI DE DESTRUIÇÃO.
DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E DESTRUIÇÃO ABUSIVA.

Os Espíritos Bons nos informam que a destruição é uma lei da Natureza, e necessária que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque  isso a que chamamos de destruição não é mais que transformação, cujo objetivo é a renovação e o melhoramento dos seres vivos.
Quanto ao instinto de destruição se teria sido dado aos seres vivos com fins providenciais, os Espíritos nos dizem que as criaturas de Deus são os instrumentos de que ele se serve para atingir os seus fins. Para se nutrirem, os seres vivos se destroem entre si e isso com o duplo objetivo de manter o equilíbrio da reprodução, que poderia tornar-se excessiva, e de utilizar os restos do invólucro exterior. Mas é apenas o invólucro que é destruído e esse não é mais que acessório, não a parte essencial do ser pensante, pois este é o princípio inteligente indestrutível que se elabora através das diferentes metamorfoses por que passa.
Se a destruição é necessária para a regeneração dos seres, sabe o porquê a Natureza os cerca de meios de preservação e conservação. É para
evitar a destruição antes do tempo necessário. Toda destruição  antecipada entrava o desenvolvimento do principio inteligente. Foi por isso que Deus deu a cada ser a necessidade de viver e de se reproduzir.
O ser humano mesmo sabendo que a morte do corpo físico deve conduzi-los a uma vida melhor, e que os livra dos males deste mundo, ele a teme porque o ser humano deve procurar sempre prolongar a sua vida para cumprir a sua tarefa. Foi por isso que Deus lhe deu o instinto de conservação e esse instinto o sustenta nas suas provas; sem isso, muito frequentemente ele se entregaria ao desânimo. A voz secreta que o faz repelir a morte lhe diz que ainda pode fazer alguma coisa pelo seu adiantamento. Quando um perigo o ameaça, ela o adverte de que deve aproveitar o tempo que Deus lhe concede, mas o ingrato rende geralmente graças à sua estrela, em lugar do Criador.
Ao lado dos meios de conservação, a Natureza colocou ao mesmo tempo os agentes destruidores lado do mal, para ser mantido o equilíbrio e  servir de contrapeso.
Quanto à necessidade de destruição em todos os mundos é proporcional a cada um deles, e desaparece num estado físico e moral mais apurado. Nos mundos mais avançados que o nosso, as condições de existência são muito diferentes.
A necessidade de destruição entre os seres humanos diminui entre eles à medida que o Espírito supera a matéria; é por isso que ao horror da destruição devemos ver seguir-se o desenvolvimento intelectual e moral.
No seu estado atual, o ser humano quanto ao direito de destruir os animais, é regulado pela necessidade de prover à sua alimentação e à sua segurança; o abuso jamais foi um direito.
Quando a destruição ultrapassa os limites das necessidades e da segurança; da caça, por exemplo, quando não tem por objetivo senão o prazer de destruir, sem utilidade, vem a ser um ato de predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais não destroem mais do que necessitam, mas o ser humano, que tem o livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Este prestará contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois nesses casos ele cede aos maus instintos.
Quanto aos povos que levam ao excesso o escrúpulo no tocante à destruição dos animais, os Espíritos Bons nos adverte ser um excesso, num sentimento que em si mesmo é louvável, mas que se torna abusivo e cujo mérito acaba neutralizado por abusos de toda espécie. Eles têm mais temor supersticioso do que verdadeira bondade.

BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

RELACIONAMENTO CONJUGAL
PONTO DE VISTA ESPÍRITA

No nosso ponto de vista, todo relacionamento requer um tempo para amadurecer, chamado de namoro.
Namoro para nós quer dizer, onde dois seres se descobrem um no outro de maneira imprevista por suave encantamento, numa relação matrimonial e familiar.
Já no plano Espiritual estes encontros são traçados obedecendo à lei da reencarnação entre os Espíritos que, possivelmente, já tenham partilhado experiências passadas a nível afetivo e sexual.
Embora os estudos estejam propensos a designarem a atração entre dois seres através do instinto sexual, não podemos negligenciar que esta ligação vai além do físico, pois contamos com inteligências desencarnadas neste jogo afetivo resguardando e guiando companheiros de experiência, volvidos à reencarnação para fins de progresso.
Para nós o casamento vem a ser um progresso na marcha da Humanidade, e que a abolição deste significa o retorno à vida animal.
O casamento acaba originando um regime de vida em comum, pela quais duas criaturas se confiam uma à outra no campo da assistência mútua, na criação e desenvolvimento de valores para a vida implicando em direitos e deveres de um para com o outro.
Às vezes recebemos o cônjuge a quem prejudicamos no passado, por isso que às vezes tem gente que foge deste sistema para evitar problemas ou sofrimentos dos compromissos assumidos com a parte Espiritual, adiando assim o seu resgate. São os casamentos cármicos, o do pagamento de dividas de reencarnações passadas.
No casamento somente seremos felizes se as afinidades estiverem ao nosso favor, isto é, das suas inclinações e instintos, porque somente na vida futura é que encontraremos a verdadeira união e reciprocidade entre os nossos Espíritos.
Geralmente sonhamos e buscamos a nossa cara metade, isto querendo dizer, sermos felizes a dois, que este venha a complementar o nosso eu de todas as formas.
Mas às vezes o casamento é marcado como meio de resgate dos nossos débitos do passado com aquela pessoa, onde este se constitui em ser um estágio evolutivo para os dois. Coisas que um ficou devendo para o outro em vidas passadas.
Mas tudo isto faz parte da nossa evolução Espiritual, onde encontramos momentos felizes, e também acabamos nos defrontando com provações. Dizemos isto porque, às vezes os dois se dão bem, e vem parentes de fora querendo estragar tudo, isto às vezes sem contar com filhos que reencarnarão na nossa família, e que poderão ser o algozes do passado.
Dentro da lei da ação e reação, que vem a ser a das causas e efeitos, onde tudo o que se planta colhemos, vamos pagando os nossos débitos, e o que temos que pagar porque na outra encarnação fizemos o nosso cônjuge sofrer.
Nos casos de casais sem filhos, pode ser algo que fizeram nas vidas anteriores, e algum dos cônjuges vem com o problema da infertilidade. Para estes a recomendação é adotar uma criança, pois existem muitas esperando uma oportunidade de ser e ter alguém na vida.
Para a união dos seres recomendamos muita paciência e dialogo entre eles, porque geralmente cada um vem de uma formação e até chegarem ao ideal, muitos choques se fazem presentes, e é ai que entra o diálogo, a paciência e perdão.
Na convivência conjugal, nenhum deve deixar prevalecer a sua vontade de forma impositiva, e nem deixar que o outro se anule para atender as suas exigências egoísticas.
Temos que saber que cada um de nós temos os nossos defeitos, e que devemos fazer de tudo para corrigi-los sem exaltarmos, procurando sempre o entendimento.
Temos que saber que no inicio tudo é mar de rosas, e que com o tempo existem vários fatores que podem mudar o rumo das coisas. Por exemplo:
Com a chegada dos filhos as coisas se dividem, pois o carinho e a afeição ficam divididos entre os dois, e passa a ser partilhada por mais pessoas. O casamento às vezes adoece, porque os desafios do quotidiano vêm representados pelos conflitos, moléstias, falhas na formação e temperamento.
Devemos lembrar sempre que a união deve estar sempre apoiada na confiança mútua, conquistada e não imposta.
Situações que podem abalar um casamento:
Pequenas mentiras, traição, o ciúme exagerado, problemas financeiros e o processo obsessivo.
Para os casais Espíritas recomendamos que devam estar preparados para enfrentar estes momentos de crise, recorrendo a medidas preventivas que estão no Evangelho Segundo o Espiritismo. Queremos dizer com isso, que o ideal é ter-se uma base religiosa.
A nossa Doutrina Espírita oferece aos seres meios para que seja modificado o nosso olhar para as diversas situações problemáticas, através do entendimento do presente, considerando as provas e expiação concernentes ao nosso passado Espiritual. O ser ao despertar-se com a sua situação motivada pela compreensão dos fatos, ira se tornar mais resignado e prudente na sua conduta mental e ativa, pois terá o devido preparo psicológico para aceitar os reveses da vida.
Estará mais motivado em todos os aspectos, fomentando a fé e a esperança no dia de hoje, para que o amanhã seja mais promissor.
O dinheiro familiar deve ser empregado para a manutenção, sem deixar melindres tanto ao homem como para a mulher, de reter uma pequena porção para o seu uso pessoal.
Temos que cuidar com os problemas obsessivos, ou seja, quanto aos desejos sensuais, provocando a infidelidade conjugal. Queremos dizer com isso, que nem tudo vem a ser problema espiritual, mas se pensarmos desta maneira teremos Espíritos que coadunarão com as nossas ideias, e fomentarão a situação. Para isto exige-se muita prece, porque nesta situação existem dois caminhos, o de aceitar a provocação ou rechaça-la, orando e vigiando os nossos pensamentos.
Devemos sempre evitar as separações, que a luz do Espiritismo, a separação se constitui em decisão séria, que só deve ser tomada em situações extremas, porque muitas vezes envolve os filhos e a família. A maioria dos casamentos provacionais requer muita paciência e renuncias para ser levado até o fim.
Frequentemente os casais confundem diferenças de gostos e ideias com incompatibilidade. Com isso é preciso aprender a dialogar e a se respeitarem mutuamente, e assim poderão viver em paz.
Devemos sempre lembrar, que as almas devem unir-se desde a sua origem, predestinadas e essa união e cada um de nós tem nalguma parte do Universo a sua metade, a que fatalmente um se reunirá.
Mensagem escrita e interpretada pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.
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Meu Hotmail: getulicao@hotmail.com

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A LEI DO TRABALHO

PARA PALESTRA
A LEI DO TRABALHO
1-Não foi inventada pelo homem, e sim uma lei natural sendo uma necessidade, onde a natureza obriga a trabalhar mais pelos prazeres e necessidades.
2-Não é apenas ocupação material porque os Espíritos também trabalham.
3-Trabalho humano vem a existir por ser uma consequência de natureza corporal, sendo uma expiação, e para desenvolver-se intelectualmente.
Aperfeiçoar a Inteligência.
4-Sem ele permaneceríamos na infância da inteligência. Serve como sustento e segurança e bem estar.
5-Para quem tem o corpo fraco foi dado a inteligência. O mais humilde não deixa de ser trabalho.
6-Todos trabalham aqui até os animais, mas sua inteligência é facultada. Para eles não gera progresso.
7-Para nós serve como conservação do corpo físico, o desenvolvimento do pensamento.
8-A natureza do trabalho é relativa a necessidade da vida. Ociosidade seria um suplicio em vês de beneficio.
9-Mesmo abastado esta sujeito a obrigações de manter os bens, tendo obrigação de ser útil ao seu semelhante, e a responsabilidade é maior ainda.
10-Os impossibilitados Deus justifica, e só desaprova o que vive a custa dos outros, mas quer que cada um seja útil.
11-A lei impõe que os pais trabalhem pelos filhos, e os filhos trabalhem pelos pais em um determinado tempo.
12-Deus criou a lei paternal e a filial, um sentimento natural para que aja afeição recíproca, onde os das famílias devem se ajudarem.
13-Existe um tempo para repararmos as forças físicas e espirituais, para nos elevarmos à cima da matéria.
14-Todos temos o direito ao repouso na velhice. O forte deve trabalhar pelo fraco na família, e se não a sociedade, lei da caridade.
15-Devemos fazer as coisas por amor
MENSAGEM ESCRITA PELO MÉDIUM GETULIO PACHECO QUADRADO


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

PORQUE EXISTE A FAMÍLIA

Se Deus criou a necessidade de vivermos em família, é por que ela tem uma finalidade importante para o progresso do nosso Espírito.
A família vem a ser uma escola onde aprendemos a ama-los, para um dia amarmos a humanidade da qual fazemos parte.
Pelo fato do ser humano não saber amar o seu próximo, Deus distribuiu cada um numa escola chamada de lar, para que aprendam a amar e ser amado.
E assim vamos aprendendo o significado do verdadeiro amor, como o de mãe para o filho, o do filho para a mãe, de irmão para irmão, de avós para os netos e netos pelos avós, de esposo para esposa e vice versa.
E quando conseguimos amar um filho, nosso coração se enternece também pelos alheios.
Quando desenvolvemos profundo amor pelos nossos parentes, acabamos de sentir algum carinho, porque cada vez que algum ser humano cruzar o nosso caminho, vamos lembrar dos nossos.
Assim os laços de afeto vão se formando aos poucos, para que um dia possamos conviver com a humanidade.
Levando em consideração as reencarnações, ou seja, várias existências no corpo físico, vamos solidificando esses laços de afetividade com um maior numero de Espíritos que nascem sobre o mesmo teto.
Desta forma a nossa família universal se amplia, e os laços do bem querer se solidificam a cada possibilidade de convívio.
Podemos contar com esta realidade no amor que nutrimos pelos amigos, que não fazem parte da parentela corporal, mais com os quais temos laços sólidos de afeição.
Se o amor ao próximo faz parte da vida, teremos cedo ou mais tarde que aprender esse amor, e nada mais lógico do que começar pelos de casa, que a sabedoria Divina reuniu no mesmo lar.
Portanto viver em família vem a ser um desafio, e ao mesmo tempo, um importante aprendizado, pois o convívio diário nos da oportunidade de limar as arestas com aqueles que por ventura tenhamos alguma diferença.
Nascendo no mesmo reduto, na família é mais fácil superar as desafeições, pois os laços de sangue ainda se constituem num ponto forte a favor da tolerância e da convivência pacifica.
E por essa razão que existe a família, para que aprendamos a nos amar como verdadeiros irmãos, filhos do mesmo Pai Maior e irmão do nosso Irmão Querido.
Olhando a Humanidade como uma grande família, todas as barreiras que separam povos caem por terra, numa outra raça, numa outra religião, pode estar alguém que já foi nosso parente consanguíneo ou nosso grande amigo numa existência física passada.
Assim se você entender que tudo isto faz sentido, comece a enxergar a humanidade e pessoas que cruzam no seu caminho como verdadeiros irmãos.


Mensagem escrita pelo Médium Getulio Pacheco Quadrado.

umajnidade como uma grande família, todas as berriras que separam os povos caem por terra, pois num outro Pais, pode estar alguém que ga foi o jnoso parente

 Meu blogger: getuliomomentoespirita.blogspot.com